11 de agosto

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7/07/20 às 11h34 - Atualizado em 7/07/20 às 11h34

Força-tarefa de fiscalização no combate à Covid-19 no Riacho Fundo II.

A ação desta sexta-feira (26) contou com a participação da Vigilância Sanitária, Polícia Militar, servidores da Administração Regional e da Secretaria Executiva das Cidades. A força-tarefa percorreu a principal avenida da cidade, ponto central dos comércios, com o objetivo de saber se os donos dos estabelecimentos e a comunidade estavam seguindo à risca, o decreto de segurança do GDF no combate à Covid-19.

Teve gente que foi flagrado circulando sem máscara e levou um puxão de orelha dos fiscais. “A obrigatoriedade da máscara é importante porque protege não apenas você, mas quem está do seu lado”, alertou o agente para um pedestre. O jovem, que circulava sem o uso de equipamento de proteção, chegou a pedir desculpas à equipe.

A operação percorreu farmácias, pet shops, barbearias, mercados e outros tipos de comércio. Em cada um desses locais, máscaras eram distribuídas e orientações eram repassadas pelos servidores da fiscalização do GDF.

Para o farmacêutico José Geraldo Viera Martins, 63 anos, a iniciativa do governo é mais do que válida porque fortalece, diariamente, uma corrente de conscientização importante. “Inclusive, nos ajuda a lidar com a clientela. Algumas pessoas insistem em entrar em nossos estabelecimentos sem máscara, o que pode ser um problema”, lamenta. “Já deixei de vender porque o cliente não estava usando máscara”, garantiu José Geraldo.

De um modo geral, a população do Riacho Fundo II tem aderido às determinações do governador Ibaneis Rocha, bastante criterioso nesse tipo de situação e com direito à cobrança por uma atuação enérgica e intensiva dos órgãos de fiscalização e apoio. De acordo com a administradora regional, Ana Maria da Silva, a população local tem atendido ao apelo do governo.

“É de suma importância o trabalho educativo e a abordagem que fazemos diariamente junto à comunidade. A população foi absorvendo a necessidade do uso de máscara e do isolamento”, avalia. “As pessoas têm que aprender a cuidar melhor de suas vidas e da vida dos outros”, concordou a aposentada Socorro Dias da Silva, 63 anos.
 

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